Continuando o registro do seminário, após a palestra descrita na postagem anterior, foi o momento das perguntas dirigidas aos palestrantes.
O tom de debate foi de uma dura leitura da realidade feita pelos professores Dupas e Ruas.
Segundo Dupas, "O trabalho remunerado, atividade essencial ao engajamento econômico e social do ser humano na sociedade, está em crise. O capitalismo global contemporâneo trocou
lealdade por produtividade imediata e acabou com a época dos relógios de ouro como
prêmio por logo tempo de dedicação. Ninguém tem mais emprego de longo prazo
garantido na sua atual empresa. As próprias capacidades individuais, adquiridas por estudo
ou experiência, sucateiam a cada oito a dez anos. O emprego será cada vez mais voltado
para tarefas ou projetos de duração definida."
Dupas nos coloca um dilema: Como, neste paradigma assustador, podemos sobreviver dignamente?
Ambos vêem no fortalecimento intelectual e emocional uma saída para este caos social.
Os setores de Recursos Humanos podem criar grupos de apoio psicológico para os colaboradores.
Os Educadores, professores, instrutores de formação e desenvolvimento profissionais devem estimular o pensamento crítico/reflexivo. A formação profissional deve estimular o desenvolvimento de capacidades permanentes aplicáveis a qualquer contexto. No campo das competências deve-se buscar aquelas definidas como voláteis, segundo Ruas: percepcção, sensibilidade, intuição. Competências estas que se baseiam num profundo auto-conhecimento e centramento.
Deve-se buscar a volta da visão humanista do ensino.
Num mundo onde encontramos tudo em um click, na intenet, precisamos ensinar as crianças e jovens a analisar, questionar, classificar, pensando criticamente a realidade a sua volta.
Por fim, fechando em grande estilo, o professor Gilberto Dupas, nos lembra que temos o espaço de liberdade que é nosso espaço da dúvida, da reflexão, espaço vazio, espaço do nada.
Na verdade, espaço do tudo, do todo que somos nós em nosso mundo.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
terça-feira, 17 de junho de 2008
COMPETENCIA E APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL
Estive hoje no Seminário "Futuro do Trabalho e o Trabalho do Futuro". Tive o privilégio de ouvir os Professores Gilberto Dupas e Roberto Ruas.
Ambos tentaram responder a pergunta: Como adaptar-se a mudanças e demandas tão profundas na configuração do trabalho?
Fizeram um painel comparativo entre o Trabalho no modelo fordista e o trabalho hoje, no modelo da produção flexível.
É exigido do profissional da atualidade um desempenho focado em resultados; saber lidar com situações, funções e problemas os mais diversos; maior conhecimento dos processos. Para isto deve adquirir habilidades para trabalhar em equipe e interagir com clientes internos e externos, desenvolvendo atitudes de flexibilidade, adaptação, iniciativa e comprometimento.
Como desenvolver estas competências? Qual é o papel da formação e desenvolvimento profissionais?
O professor Ruas nos traz o modelo da Aprendizagem Organizacional como uma estratégia para o desenvolvimento de competências individuais e organizacionais, através da aprendizagem pela EXPERIÊNCIA, INTERAÇÃO E REFLEXÃO.
Usando o Ciclo de Aprendizagem Vivencial - que passa pelas etapas de observação da experiência, reflexão sobre a experiência, teorização da experiência e finalmente desenvolvimento de um novo projeto- objetiva-se o compartilhamento e aprendizagem de competências.
O debate...
Ambos tentaram responder a pergunta: Como adaptar-se a mudanças e demandas tão profundas na configuração do trabalho?
Fizeram um painel comparativo entre o Trabalho no modelo fordista e o trabalho hoje, no modelo da produção flexível.
É exigido do profissional da atualidade um desempenho focado em resultados; saber lidar com situações, funções e problemas os mais diversos; maior conhecimento dos processos. Para isto deve adquirir habilidades para trabalhar em equipe e interagir com clientes internos e externos, desenvolvendo atitudes de flexibilidade, adaptação, iniciativa e comprometimento.
Como desenvolver estas competências? Qual é o papel da formação e desenvolvimento profissionais?
O professor Ruas nos traz o modelo da Aprendizagem Organizacional como uma estratégia para o desenvolvimento de competências individuais e organizacionais, através da aprendizagem pela EXPERIÊNCIA, INTERAÇÃO E REFLEXÃO.
Usando o Ciclo de Aprendizagem Vivencial - que passa pelas etapas de observação da experiência, reflexão sobre a experiência, teorização da experiência e finalmente desenvolvimento de um novo projeto- objetiva-se o compartilhamento e aprendizagem de competências.
O debate...
quinta-feira, 12 de junho de 2008
NOVA CHAMADA CURSO RECEPCIONISTA/TELEFONISTA
COMEÇA NA QUARTA-FEIRA DIA 18/06/2008.
Façam suas inscrições pelos telefones 3471-1005 ou 8422-7598.
e-mail: simonipc@uai.com.br
Façam suas inscrições pelos telefones 3471-1005 ou 8422-7598.
e-mail: simonipc@uai.com.br
terça-feira, 10 de junho de 2008
IMPORTÂNCIA DO TRABALHO EM EQUIPE
Como seres relacionais que somos, em todas as nossas atividades nos encontramos com pessoas.
Nas Empresas este encontro deve se dar de uma forma organizada, onde cada um ocupa um cargo, com funções e tarefas determinadas.
O trabalho nas empresas é necessariamente desenvolvido em EQUIPE, que se caracteriza por pessoas trabalhando em conjunto, cada um em sua função, mas todos objetivando um mesmo fim, que é a MISSÃO ORGANIZACIONAL.
Trabalhei nos dois últimos sábados, treinando a equipe de telefonistas de uma Clínica Oftalmológica de Belo Horizonte.
Fiquei feliz em perceber que esta equipe de telefonistas tem consciência do papel que desempenha, possuindo uma visão de conjunto da Empresa.
Parabéns meninas! Continuem melhorando a cada dia!
Nas Empresas este encontro deve se dar de uma forma organizada, onde cada um ocupa um cargo, com funções e tarefas determinadas.
O trabalho nas empresas é necessariamente desenvolvido em EQUIPE, que se caracteriza por pessoas trabalhando em conjunto, cada um em sua função, mas todos objetivando um mesmo fim, que é a MISSÃO ORGANIZACIONAL.
Trabalhei nos dois últimos sábados, treinando a equipe de telefonistas de uma Clínica Oftalmológica de Belo Horizonte.
Como telefonistas, elas são o primeiro contato dos clientes com a Empresa. Contato este que pode ser determinante para a conquista do cliente ou sua perda para o concorrente.
A partir do conceito de competencia: habilidades, conhecimentos e atitudes, abordei as técnicas de atendimento telefônico e a Qualidade no Atendimento ao Cliente.
Este último tema se baseou no conceito de ENCANTAMENTO DO CLIENTE. O cliente em todos os "Momentos de Verdade", ou seja, todos os contatos com a organização, deve ter um tratamento diferenciado e excelente, ficando ENCANTADO e se tornando um cliente fiél.
Parabéns meninas! Continuem melhorando a cada dia!
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